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Arara Atraentes pelo belo colorido e por imitar sons, as Araras costumam fascinar as pessoas. |
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Esta ave, quando criada desde filhote em cativeiro e alimentada na mão, fica mansa com conhecidos e afeiçoa-se especialmente à pessoa que cuida dela, mas com estranhos mostra-se arredia e, às vezes, até agressiva. Pode aprender a dançar, imitar latidos, assobios e a voz humana. FICHAInstalações: pode-se juntar várias espécies diferentes, desde que elas se dêem bem e sejam do mesmo tamanho. Viveiros amplos que permitam voar, de tela resistente e estrutura metálica. Três quartos do teto coberto com telhas de amianto ou de barro, onde ficarão: poleiros de galhos (vários tamanhos, todos permitindo à ave fechar os dedos), alguns perto do comedouro; o ninho, um cubo (de alvenaria, madeira ou PVC com um buraco de entrada de tamanho tal que a Arara consiga passar e com as seguintes medidas - 55de alt., 60 de larg. E 80 de comp.), a 1 m do chão, apoiado em 4 pés de alvenaria ou suspenso; o comedouro de concreto a 80cm do chão, apoiado em 2 pés de concreto e com 6 buracos rasos: um para água e os outros para demais alimentos. No outro ¼, o solarium com mais poleiros. Piso cimentado com inclinação de 5% para escoar lavagem da sujeira. Fechar todo o fundo e todos os ¾ inferiores e superiores das duas laterais com alvenaria para proteger de ventos. Para um casal, viveiro de 2,2m de alt., 2,5 larg. E 8m de comp. Para criar solta, desde pequena cortar as penas da asa e deixar assim até cerca de 1 ano. Quando a asa cresce de novo ela voa, mas volta, pois já se acostumou ao local. Precisa de abrigo: um chapéu protetor ou telhadinho próximo a uma árvore baixa e isolada, que servirá como poleiro, e ninho igual ao descrito.
Alimentação em cativeiro: diariamente frutas, sementes de girassol e mais, 3 vezes por semana, 6 pedaços de ração para cães por ave e 1 vez por semana, bolachas de água e sal. Adicionar, alternando na semana 3 dos itens: cana-de-açúcar em pedaços, arroz integral cozido, coco maduro, milho verde ou duro, pão, verduras com talos grossos, como couve e repolho. Picar quadrados de 2cm - facilita pegar e evita desperdícios. Testar a quantidade observando se há sobras. Deixar ao alcance um tijolo embebido em salmoura (1 copo de sal grosso para 1 l de água) por um dia, para "roer" até acabar. Água trocada diariamente. Reprodução: fácil em cativeiro. A partir dos 3 anos. De setembro a março. Casal identificado por sexagem por veterinário de aves ( o macho alimenta a fêmea no bico, especialmente nessa época). De 2 a 3 ovos, chocados por cerca de 28 dias. Condições para reproduzir: lugar sossegado, boa alimentação, um casal que não brigue, por viveiro. Saúde: sensível a verminoses, especialmente a Capilariose, transmitida por excrementos de aves. Necessidade de controle com exames periódicos de fezes e de manter o viveiro limpo. Tempo de vida em cativeiro: mais de 40 anos. Criadores americanos: 1) Reintree Macows, Joanne Abramson, Califórnia, EUA, tel. (001707) 964-4380/fax (001707)964-1868; 2) Dale Thompson, Califórnia, EUA tel. (001805)252.4871/Fax (001805)297.5498; 3) Gill du Venago, África do Sul, tel. (00271211)31340/Fax (00271211)22192. Agradecimentos aos criadores Reginaldo Leone, Nelson Kawall, Luís G. Maluf e lolita Bampi (chefe do depto. De vida silvestre do Ibama de Brasília). Texto: Carmen Olivieri. Edição de Texto: Marcos Pennacchi. Consultoria da ficha: Werner C. A . Bokermann, biólogo responsável pelo setor de aves do Zoológico de São Paulo e Luiz G. Maluf Foto: Fernando Torres de Andrade Arquivo: Cães & Cia |
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