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PUG: ADORÁVEL BRINCALHÃO

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Supercompanheiro, o pequeno Pug é excelente na arte de fazer amigos e conquistar fãs incondicionais

PugDifícil resistir ao encantamento produzido pelo Pug. Nem mesmo o padrão oficial da raça escapou à paixão que ele provoca. Basta ler um trecho daquele documento e sentir o poder de sedução desse conquistador. "Sua expressão é doce e alerta; quando excitado, os olhos parecem cheios de fogo", descreveram os ingleses que elaboraram o texto, deixando transparecer a intensidade de seus sentimentos.

Jorge Amado que o diga! Todas as manhãs, o escritor, um dos maiores da literatura brasileira na atualidade, é acordado por um festeiro Pug. Seu nome - Fadul Abdala - é o mesmo do personagem dos livros Tocaia Grande e Descoberta da América pelos Turcos, em homenagem ao fato de ter chegado à casa de Jorge e de sua mulher, Zélia Gattai, em Salvador, no mesmo dia em que a obra era lançada. "É só abrir a porta do quarto que o Fadul corre para mim", revela ela. "Quando digo 'vai dar bom dia ao vovô' Fadul salta sobre a cama, chamando o Jorge."

Casal Jorge Amado E Zélia Gattai

A paixão do casal Amado pela raça é antiga: Fadul, que acaba de completar um ano, é o terceiro Pug deles. "Conhecemos a raça há mais de 20 anos, na Europa, onde era comum ver senhoras passeando com Pugs pela Côte d'Azur e por Londres. Achamos os cães bonitos e carismáticos e um amigo em Londres dizia serem adoráveis e de ótimo caráter", lembra Zélia. "Não resistimos e pedimos para nos mandar um para o Brasil", conta ela, demonstrando que o Pug não só cativa, mas também conquista corações. Assim, nos anos 70, chegou o primeiro Pug do casal, Mr. Pickwick, seguido por uma fêmea para lhe fazer companhia, Capitu. Ambos foram campeões em várias exposições e tiveram muitas crias durante os dez anos vividos com a família.

É impossível ficar indiferente à aparência do Pug. "As pessoas dizem 'que bicho feio!' ou 'que lindinho!'. Mas a maioria acha lindo", comenta Baltazar Bastos Henriques, criador da raça há 13 anos, pelo Canil Vale do Balui, no Rio de Janeiro. Quem gosta do visual do Pug, ao descobrir seu jeito de ser simplesmente passa a adorá-lo. "Vi o Pug na casa de uma amiga - ela por sua vez o vira numa revista de moda européia; divertido e alegre, logo me cativou", diz a estudante Regina Haddad Delalamo, de São Paulo, que em seguida adquiriu seu exemplar.
"Apaixonei-me pela cara do Pug; as dobrinhas; o tronco encorpado; o jeito de virar a cabeça e olhar parecendo entender quando falamos; de te pegar com a patinha e brincar, cheio de contato", opina a criadora de cães há mais de três décadas, Solange Loiola Silva, do Kailas Kennel, de Campinas, fisgada pelo Pug há menos de dois anos.

O companheirismo da raça é exaltado com entusiasmo por seus admiradores. Os Pugs do Duque de Windsor - cuja paixão pela raça era notória -, por exemplo, eram tão ligados ao nobre dono a ponto de dormirem em sua cama. "O Pug é o cão mais companheiro que tivemos, dificilmente desgruda", garante Zélia Gattai, que com Jorge Amado já teve um Fox Terrier e um Boxer.
"Acompanha quietinho o dono aonde vai, sem ficar pedindo atenção como o meu Poodle", compara Solange. "Se você anda, ele anda também. Se você senta no sofá, ele senta ao seu lado ou aos seus pés.
Está sempre perto de alguém, seja ou não o dono", explica o criador de Pugs desde 1985, Tomaz Perez Bonilha, dono de 18 Pugs em seu Canil Da Bella Pug, em Atibaia, SP.
"São superdependentes. Alguns, por exemplo, só comem se o dono estiver comendo ou, pelo menos, por perto", exemplifica Baltazar.
"Tenho dois Buldogues Franceses, também caracterizados pela constante companhia, mas acho o Pug ainda mais companheiro", diz o secretário do Pug Dog Club of America, na Flórida, James Cavallaro.

Ciúme dos outros bichos da casa é algo que o Pug não hesita em evidenciar. "Basta pegarmos nosso papagaio, do qual Fadul tem muito ciúme, para começar a agitação", conta Zélia.
"Para irritar o cão, a ave aprendeu até a dizer 'Fadul, tabaréu!', que significa caipira, matuto." Quando se trata de conquistar a exclusividade do dono, o Pug chega a provocar um certo rebuliço.
"É só dar atenção a outro animal por um tempinho para o Pug ficar extremamente ciumento e começar a perturbar a gente ou o bicho em questão, demonstrando seu ressentimento", descreve Baltazar.

Excetuando-se a disputa pelo dono, o relacionamento entre os Pugs, mesmo com outras raças ou animais, é totalmente afetuoso. "Muitos cães, se acostumados desde filhotes, se dão bem com outras raças. Mas o Pug tem uma tendência maior de aceitação mesmo se adulto. Os meus brincam com os Poodles e os gatos e, depois, dormem junto deles", relata Tomaz.
"Tenho um canário Roller e um Rouxinol chinês - quando ponho as gaiolas no chão, nem meus Pugs nem as aves se agitam. Cães de outras raças, num caso desses, avançariam em direção às aves", pondera Baltazar. "Tenho um gato Himalaia muito amigo do meu Pug", concorda James.

O Pug também é extremamente sociável, mesmo com pessoas desconhecidas, e reage com tranqüilidade em novos ambientes. Depois de uma rápida avaliação do território, fica completamente à vontade. "Indiferente ao lugar ser estranho ou não, o Pug quer mais é festa", ressalta Solange Loiola. "Todo mundo ao chegar aqui em casa é recebido com aquela farra e o Fadul vai logo pegar o cordão de quem estiver calçando sapatos de cadarço, para brincar", endossa Zélia Gattai. "Mandei vir um Pug da Inglaterra e ao chegar abrimos a porta da gaiola e ele já saiu fazendo festa", conta Tomaz. "Já um proprietário de Novo Hamburgo me perguntou como 'desligar' um filhote de Pug que tinha recebido naquele dia." Mas Tomaz alerta que tanta desenvoltura é até perigosa. "Qualquer um pode levá-lo, sem o menor problema", avisa ele.

PASSEADOR

O Pug também é um "passeador" de primeira. "O Fadul fica até alvoroçado na hora de passear", diz Zélia. Aliás, bastou Fadul ouvir dona Zélia dizer a palavra "passear" à reportagem de Cães & Cia, para o cão despertar do seu "sono profundo", latindo e correndo em direção à coleira, pedindo para sair. Ir à rua é algo que o Pug adora." Acostuma-se muito fácil à coleira e bem habituado à guia vai ao nosso lado, sem puxar", diz Baltazar. "O Rai adora a rua, e, como já conhece o trajeto, vai na frente como se nos guiasse", endossa Regina Delalamo.

COMPREENSÃO

A grande capacidade de compreensão de linguagem é outro aspecto marcante no Pug. "Reconhece sons e palavras, relacionando-os com a rotina", afirma Zélia. Essa compreensão impressiona também a Regina. "Na rua, se dizemos 'vamos devolver o filme' ou 'vamos à padaria', ele começa a ir na direção certa; em casa, basta um 'vamos para a caminha' e ele vai direto se deitar", exemplifica ela. "Quando chamo o Pistache, vem só ele, mesmo se me dirijo aos cinco Pugs juntos", constata Solange. Associar objetos a algum acontecimento é outra coisa que fazem bem. "Meu primeiro Pug ficava alegríssimo ao me ver pegar a caixinha de viagem, pois sabia que ia a uma exposição; os seis ficam alucinados quando me vêem arrumar as coisas para viajar", cita Baltazar Henriques.

Além disso, os Pugs têm uma razoável facilidade para resolver sozinhos pequenos problemas. "Basta fazermos as primeiras movimentações ao acordarmos, para o Fadul arranhar a porta do nosso quarto, pedindo para entrar", relata Zélia. Parte dos Pugs de Tomaz, à noite dormem na cozinha, onde têm um cantinho forrado para dormir. Um portãozinho, num canto oposto, separa a cozinha da sala. Se houver gente na sala, os Pugs logo se amontoam perto do portãozinho, para ficarem mais perto das pessoas. "Mas isso só depois de enfiarem as patas por baixo do portãozinho e puxarem um tapete da sala para cobrir o piso mais frio daquele local", conta Tomaz. Quando as pessoas vão dormir, os cães também voltam ao seu "dormitório".

Mesmo quando não é capaz de solucionar um problema por si próprio, o Pug avisa o dono. "Por exemplo, quando os meus querem trocar o jornal onde fazem suas necessidades mostram-se agoniados, num vai e vem entre o jornal e eu", explica Baltazar. "O Fadul é extremamente teimoso e, quando está a fim de fazer alguma coisa, faz mesmo", ressalta Zélia Gattai. A constatação faz sentido.

Numa classificação por obediência, feita pelo estudioso canadense Stanley Coren, no livro A Inteligência dos Cães, comparando 133 raças em 79 posições, o Pug ocupa apenas o 57º lugar. Segundo Coren, essa graduação corresponde a cães "cuja capacidade de obediência e de trabalho é apenas razoável".

Mas, garantem os criadores, ele é capaz de se render a ordens, se elas forem dadas com firmeza e várias vezes. "Dependendo de como digo aos meus Pugs para descerem do sofá eles descem, mas basta eu sair da sala para voltarem", diz Solange. E acrescenta: "Agora, se eu for realmente firme no tom de voz, eles não se arriscam. Já o Cocker Spaniel não obedecia nem assim." Tomaz também associa a obediência do Pug à voz de comando. "O Pug responde bem à voz de comando à qual esteja acostumado", garante. Na entrevista, para dar mostras dessa tese, Tomaz chamou seus Pugs concentrados no portão da chácara onde os cria e quando se aproximaram ordenou para voltarem, com um 'Vão lá pra cima!'. Prontamente, foi atendido.

LINGUAGEM

Bastante peculiar, o latido do Pug é diferente do da maioria dos cães. O som, semelhante ao de um ronco, é entrecortado por grunhidos como se o cão estivesse engasgado. Isso ocorre, provavelmente, devido ao focinho achatado limitar a propagação do ar no canal nasal. O som é mais grave e curto quando o Pug late para dar um alerta. Por outro lado, ao tentar se comunicar com alguém, o latido é mais agudo e comprido, parecido com um choro de criança. Realmente, o latido do afoito Fadul, pedindo a dona Zélia para passear, parecia um choramingo infantil. Outro som característico, que se propaga pelos ambientes onde vive o Pug, é gerado quando dorme. "Eles roncam bastante", conta Tomaz.

Seja como for, contudo, o Pug late pouco. "E quando o faz, não incomoda e nem irrita", garante Regina Delalamo. Mesmo morando em apartamento, nunca recebeu reclamações dos vizinhos. "Ele late apenas quando chega alguém em casa, estranho ou não, ou quando ouve um barulho muito alto na rua. Mas pára logo", acrescenta. "Diferentemente dos Dachshunds que criei, o Pug não é chorão à noite ou por motivos como separação da ninhada", compara Baltazar. Exceto durante as brincadeiras, nem mesmo os filhotes latem com muita freqüência. "Na idade madura, a partir dos cinco anos, costumam latir menos ainda", diz James.

O focinho achatado do Pug exige atenção às condições de temperatura, principalmente no carro. Ambientes muito quentes provocam cansaço e falta de ar. "Não é aconselhável sair com o sol a pino, pois o cão pode ficar extremamente cansado", avisa Baltazar Henriques. A mesma recomendação faz James Cavallaro. "O Pug pode sentir falta de ar se estiver em um lugar muito quente e até morrer em pouco tempo, devido às estreitas vias respiratórias", alerta.

Controlado o problema da temperatura ambiente, sair de carro com o Pug é um sossego. "Comporta-se superbem. Senta no banco traseiro ou na caixinha de viagem, e vai quietinho", conta Tomaz Bonilha. "Há cães que não páram quietos no carro, como era o caso do meu Poodle, mas o Pug vai tranqüilo, muitas vezes dormindo", descreve Solange. "Mesmo se nunca andou de carro e estiver agitado de início, rapidamente se acalma", acrescenta.

Embora o Pug tenha um físico resistente, a falta de ar provocada pelo calor limita as atividades físicas. "Tem pouquíssimo fôlego, não servindo para correr, por exemplo", alerta Solange. "Esforços o cansam logo, a respiração precária impede a prática de esportes", confirma Baltazar. "O Pug não agüentaria fazer Agility; raros são os exemplares que se dão bem em Tracking (rastreamento), já que cães com focinho achatado não costumam ter bom faro", menciona James Cavallaro.

SAÚDE

De modo geral, o Pug não apresenta problemas de saúde, segundo o veterinário Silvio Lima Duarte, do Rio de Janeiro, atualmente com cerca de 13 exemplares da raça entre sua clientela, já tendo atendido cerca de 25.

Como o Pug tem os olhos um pouco mais saltados do que a maioria das raças, está mais exposto a ferimentos neles de às brincadeiras do Pug com os demais bichos da casa, e também, cortar periodicamente as unhas do Pug e dos outros animais, preventivamente. As conseqüências da úlcera de córnea vão desde irritações leves até a cegueira ou risco de amputação da parte gravemente ferida. O tratamento é feito com pomadas cicatrizantes e colírios antibióticos. "Não se deve usar nunca colírios para conjuntivite, pois podem prejudicar ainda mais o olho", adverte Silvio.

A veterinária Christine Dresser, proprietária de 12 exemplares e membro do Pug Dog Club of America, em Ohio, EUA, que estima ter atendido cerca de 125 Pugs, cita também a síndrome KCS ou Dry eyes (olhos secos), uma doença ainda em pesquisa. "Não sabemos ainda como a KCS é adquirida", expõe Christine. "Cerca da metade dos Pugs que atendo tem a moléstia.
" A KCS caracteriza-se pelo aparecimento de um líquido branco e viscoso na córnea, pelo embaçamento dela e pela ausência de lágrimas nos olhos. Segundo a veterinária, "a metade dos casos resulta em cegueira definitiva".
O veterinário brasileiro Silvio Lima Duarte ainda não observou o mal em nosso país. Ele pode ser identificado no início por um teste que estimula a glândula lacrimal a produzir lágrimas - o Schirmer tear.
"Se os olhos do Pug não lacrimejarem, significa que está com a moléstia", diz Christine. O tratamento é feito à base de uma nova droga, a Cyclostorine, disponível nos Estados Unidos no remédio Optimnune.
"O medicamento mantém os olhos do cão úmido, impedindo o avanço da doença, mas não cura definitivamente", informa Christine.

O Pug pode, ainda, ser vítima de luxação da patela ou de uma irritação de pele, provocada pela bactéria Staphylococus. "Mas não é nada muito preocupante ou freqüente", diz a veterinária.

A displasia coxo-femoral (má-formação entre a cabeça do fêmur e a bacia), hereditária, também acontece. "É muito comum na raça, nos Estados Unidos", menciona Christine.
A moléstia, no entanto, não traz ao Pug os mesmos transtornos provocados aos Pastores Alemães, por exemplo. "Por ter um porte grande, o Pastor não pode viver com displasia pois sente dores e acaba ficando inativo. O Pug, ao contrário, sente dor suportável e convive com isso; só precisa de eventual ajuda para pular de algum lugar", finaliza a veterinária.

PADRÃO OFICIAL

CBKC n°253, de 3/5/1994 FCI n° 253b, de 24/6/1987
País de origem: China País patrono na FCI: Inglaterra Nome no país de origem: Pug (Carlin Mops)
Utilização: Companhia Prova de trabalho: para o campeonato, independente.
APARÊNCIA GERAL: inquestionavelmente quadrado e massudo, deve se apresentar Multum in parvo ( muita substância em pequeno volume), o que transparece em sua forma compacta, de proporcionalidade entre as partes e musculatura firme, com muito charme, dignidade e inteligência, de comportamento equilibrado, alegre e esperto.
CABEÇA E CRÂNIO: grande, arredondada, nunca em forma de maçã e sem sulco sagital no crânio. Focinho curto, rombudo, quadrado, sem ser projetado para cima, com rugas claramente definidas.
Olhos: escuros, muito grandes, brilhantes, de formato globular, expressão doce e alerta. Quando o cão está excitado parecem cheios de fogo.
Orelhas: finas, pequenas, macias como veludo. Há dois tipos: orelha em rosa, pequena, caída, dobrada para trás e exibindo a face interna; orelha em botão, caída para a frente, com a ponta repousando junto ao crânio, cobrindo o meato acústico e apontando par os olhos. A preferência é por esse último tipo. Boca: ligeiramente prognata inferior. A mandíbula larga; incisos inferiores, praticamente em linha reta. Torção mandibular, dentes ou língua aparente com a boca fechada, são defeitos graves.
PESCOÇO: forte, grosso, levemente arqueado para parecer uma crista, de comprimento suficiente para o porte alto da cabeça.
ANTERIORES: muito fortes, retos, de comprimento moderado, bem ajustados ao tórax, ombros bem inclinados. TRONCO: curto e compacto, peito largo e costelas bem arqueadas. Linha superior de nível, sem arqueamento ou sela.
POSTERIORES: muito fortes, retos, de comprimento moderado, com boa angulação de joelhos, bem acoplados ao tronco. Visto de trás, retos e paralelos.
PATAS: ovais, nem de lebre nem de gato, com dedos separados, unhas pretas.
CAUDA: de inserção alta, enroscada é altamente desejável.
MOVIMENTAÇÃO: visto pela frente e por trás, os membros devem se movimentar no mesmo plano dos ombros e corretamente direcionados para a frente. Utiliza os membros anteriores com decisão, colocando-os bem à frente, e os posteriores, movendo com liberdade e pleno uso da articulação do joelho. Um leve roll, nos posteriores, é típico na movimentação.
PELAGEM: fina, lisa, macia, curta e brilhante, nem dura nem lanosa.
COR: prateada, abricó, castanho ou preta; cada uma delas bem definida, para fazer nítido contraste entre a cor da pelagem e a faixa preta que se estende do occipital à raíz da cauda e máscara.
Máscara no focinho, nas orelhas e nas bochechas, e diamante na testa e a faixa no dorso o mais escura possível.
TAMANHO: peso ideal entre 6,300 e 8,100 quilos.
FALTAS: qualquer desvio dos termos deste padrão, deve ser considerado como falta e penalizado na exata proporção de sua gravidade.
NOTA: os machos devem apresentar dois testículos de aparência normal, totalmente descidos e bem acomodados na bolsa escrotal.

PARA SABER MAIS

Entidades: Pug Dog Club of America, tel. (001904) 389-2921, EUA. Livros: 1) This Is The Pug, de Louise Ziegler Spirer e Herbert F. Spirer, TFH Publications, Neptune City, NJ, EUA. 2) Pugs, de Filomena Doherty, TFH Publications, Neptune City, NJ, EUA.

Reportagem: Igor Vinícius. (Coordenação: Flávia Soares). Texto: Claudia Malinverni (Alterações do estilo: marcos Pennacchi. Roteiro: Flávia Soares e Marcos Pennacchi). Revisão Técnica (secretariada por Fabio Bense): Completa - Baltazar Bastos Henriques, Hilda Drumond, José Peduti, Solange Loiola Silva, Tomaz Perez Bonilha, Zelia Gattai. Parcial - Christine Dresser, James Cavallaro, Regina Haddad Delalamo, Silvio Lima Duarte.
Reportagem e redação: Flávia C. Soares

Foto: Luiz Henrique Mendes
2ª foto: Valter fontes
Prop: Canil Dinasty Kennel

 

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