|
Com o auxílio de duas
experientes criadoras da raça - Nora Jacobs e Leila de Lima -
preparamos um resumão contando como é um típico
Westie em oito traços comportamentais
Com crianças: seu lema é:
"Se você me respeitar, eu o respeito." Com crianças
educadas a brincar com ele de forma comedida, o Westie é ótimo:
dócil e divertido.
Mas, se for atazanado, pode desde fugir dos
baixinhos até rosnar e, em certos casos, morder.
Com
o dono e a família: é apegado mas não grudento.
Gosta
de acompanhar a rotina da casa e de estar onde estão as pessoas,
mas normalmente não fica solicitando atenção em
demasia.
Com outros animais: se criado junto
desde pequeno, a tendência é dar supercerto.
Mas um
Westie adulto não acostumado com outros bichos, como gatos, aves e
roedores, tende a gerar problemas. Quanto a outros cães, a regra é
a mesma, sendo que entre dois machos o risco de encrenca é maior.
Com desconhecidos: se o exemplar for
acostumado com gente estranha desde pequeno, recebe bem de cara. Senão,
em um primeiro momento, late, como se dissesse: "Ei, quem é
você? O que quer aqui?!".
Então, ao perceber que
seus donos aceitam a pessoa, também a aceita.
Aí
festeja-a um pouquinho e depois sossega em algum canto.
Grau de atividade: é ativo, não
elétrico.
Dá uma corridinha pela casa, aí vai
brincar um pouco com seus brinquedos - pega a bolinha, empurra a bolinha,
volta com a bolinha e esquece da bolinha. Pronto. Sossegou. E, se
estimulado, tem mais cinco minutos de euforia e sossega de novo.
Grau de obediência: não
está no topo da obediência canina. Tem vontade própria.
Mas se for treinado e o treinamento lhe parecer uma boa brincadeira,
executa qualquer comando. Quanto a seguir as regras da casa, como não
subir na cama ou só fazer xixi em tal lugar, aprende, desde que o
dono tenha liderança e coerência.
Grau de destrutividade: quando é
filhote, apronta suas travessuras: roer um sapatinho, mascar o pé
da mesa, coisas assim. Mas um mínimo de liderança e dedicação
dos donos para educá-lo é capaz de formar um adulto
bem-comportado.
Grau de aprendizado por conta própria:
nota dez. É muito observador.
Aprende logo a associar causa e
conseqüência: o dono pega a chave, ele já corre para a
porta, e coisas do gênero.
Também sabe resolver
problemas: o osso entrou debaixo da geladeira, tenta tirar com o focinho.
Não deu, tenta enfiar a pata de frente. Não deu, enfia-a de
lado. Não deu, late para o dono.


|