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RAFEIRO DO
ALENTEJO
Esse português da região
do Alentejo, especialista em proteger rebanhos de ovelhas, sofreu com a
Revolução dos Cravos na década de 70.
Agora, um
grupo de criadores trabalha em prol da recuperação da raça.
"Sempre que há guerras ou revoluções, os cães
tendem a diminuir tanto em quantidade co-mo em qualidade", a-nali-sa
o secretário técnico da Associação dos
Criadores do Rafeiro do Alentejo, Eva-risto Manuel Alves Cutileiro.
"Foi
o que aconteceu com o Rafeiro e, por isso, na década de 80,
fundamos a entidade para reunir os criadores, a fim de ampliar e
homogeneizar novamente a raça", explica ele.
O sucesso do
trabalho é aparente: "Só para dar uma idéia, no
início dos anos noventa registrávamos cerca de cem
exemplares ao ano e agora já registramos mais de 300",
contabiliza Cutileiro.
"No que se refere ao aprimoramento da
qualidade física dos cães, também já demos
passos significativos, mas ainda há um bom caminho a ser percorrido",
avalia.
Hoje também utilizado como
guardião de residências, o Rafeiro do Alentejo é dócil
com os familiares, mas muito vigilante e reservado com estranhos.
"Não
admite que desconhecidos entrem em seu território sem a presença
de seus donos e, nessas circunstâncias, pode atacar", conta
Cutileiro.
Altura: 64 a 74 cm. Peso: 35 a 45
kg.
Cor: várias, tais como preto, cinza ou castanho.
Pode
ter manchas brancas, ser malhado ou tigrado. Pelagem: de comprimento médio.
Entidade que o reconhece: FCI.
No Brasil: não há
notícias oficiais da raça
PARA SABER MAIS
Clube: Associação
dos Criadores do Rafeiro do Alentejo. Tel. (00XX35124) 557-3620.
Internet:
http://www.alentejodigital.pt/acra
REDBONE
COONHOUND

Coonhound, em português,
significa "cão caçador de racoons", animais
noturnos semelhantes aos guaxinins. Sobre isso não há
discussão: o Redbone Coonhound é e sempre foi especialista
nesse tipo de caçada. A questão é o nome Redbone.
Há quem diga que seja uma alusão à cor da raça
e, assim, Redbone poderia ser traduzido como "corpo vermelho".
No entanto, há quem defenda que a raça foi batizada de
Red-bone em referência a um de seus pioneiros criadores, o
norte-americano Peter Redbone. Seja como for, o Redbone Coonhound, além
de caçar racoons, também tem sido empregado na caça a
esquilos, ursos e grandes felinos.
"Como companheiro, ele também
é adorável, pois é extremamente afetuoso com todas as
pessoas, sejam ou não conhecidas", conta a criadora Sheila
Kelsey, dos EUA.
"Também adora exercício físico,
o que o torna ideal para donos esportistas", indica.
Peso: 22 a 31 kg. Cor: vermelho.
Aceitam-se pequenas manchas brancas no peito e nas patas.
Pelagem:
curta. Entidade que o reconhece: UKC.
No Brasil: não há
notícias oficiais da raça.
PARA SABER MAIS
Clube: American
Redbone Association. Tel. (00XX1608) 764-5984.
Internet:
www.pets4you.com/pages/txreds.html
Agradecemos aos
entrevistados. Reportagem: Rachel Fujita (Coordenação: Flávia
Soares). Texto e Roteiro: Flávia Soares. Revisão técnica
(secretariada por Fabio Bense): feita por Hilda Drumond e pelos
respectivos entrevistados de cada raça.
Copyright©
2000 Editora Forix Ltda. Todos os direitos reservados.


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